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Equipe do DHPP e do Instituto de Criminalística
A perícia técnica da Polícia Civil de Minas Gerais confirmou a participação de Rene Passos Diniz, de 23 anos, no latrocínio de Tiago Tadeu Silva de Oliveira, de 33. A vítima foi morta dentro de casa, no dia 1º de novembro do ano passado, no bairro Milionários, região do Barreiro. As investigações foram conduzidas pelo Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em parceria com o Instituto de Criminalística. A motivação para o crime seria uma tentativa de roubo.
Latrocínio
De acordo com levantamentos realizados pela equipe da Delegacia Especializada em Homicídios Barreiro, no dia do crime, Tiago e Rene teriam se encontrado em um bar, onde consumiram grande quantidade de bebida alcoólica. Em seguida, os dois compraram mais algumas cervejas e foram para a casa de Tiago, onde continuaram consumindo álcool, assim como cocaína.
Tiago era comerciante e tinha o costume de guardar dinheiro em casa. No local, ele mantinha também um caderno de anotações, com entrada e saída de valores. Em determinado momento, ele pegou esse caderno, chamando a atenção do investigado.
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Rene Passos Diniz
Percebendo que a vítima tinha dinheiro em casa e, influenciados pelo consumo de álcool e drogas, Rene iniciou a investida contra Tiago, momento em que os dois entraram em luta corporal. Segundo a perícia, a briga teria começado na sala e se estendido até a garagem, local de consumação do crime. Ambos teriam se ferido durante a confusão. Após esfaquear a vítima, sem conseguir localizar o dinheiro, Rene tomou banho, trocou de roupa e fugiu. Segundo o delegado Flávio Grossi, que coordenou as investigações, a suspeita é de que ele tenha ido para Governador Valadares.
Investigação social e perícia técnica
No local do crime, foram encontrados sinais de briga, com quantidade de sangue espalhada por vários cômodos. Objetos como latas, caneca e copos, contendo impressão digital da vítima e do suspeito, foram apreendidos e levados para exame. Por meio da análise de imagens de câmeras de segurança e relatos de testemunhas, os investigadores conseguiram identificar um possível suspeito: Rene. Em posse dessa informação, foi realizado o exame de confronto papiloscópico.
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Análises periciais
A perita Lívia Miyamoto, responsável pelo exame, explicou que o procedimento consiste na identificação humana pelas papilas dérmicas, ou seja, por meio das impressões digitais. A partir do material colhido no local pelos peritos Guilherme Valle e Fernando Antônio, foi possível a realização do exame que comprovou a presença de Rene na casa. “A preservação da cena do crime foi de fundamental importância para o êxito do trabalho da perícia da Polícia Civil”, destacou o perito Guilherme. Na manhã desta quinta-feira (21), foi colhido material genético do investigado para exame de DNA, último procedimento pericial a ser realizado.
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Digitais colhidas
“A modernização da investigação criminal, com ênfase na integração interna dos setores da Polícia Civil, é um dos pilares das novas diretrizes da Instituição. O DHPP, que já empregava essa metodologia, vem intensificando ainda mais esse modelo de trabalho”, afirma o chefe do DHPP Luiz Flávio Cortat.
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