De acordo com as investigações, o suspeito estaria utilizando um veículo alugado com dinheiro público em benefício próprio.
Os documentos “Parte Diária” e “Autos de Infração de Trânsito” encaminhados pela Câmara Municipal foram submetidos à perícia técnica da Polícia Civil, que promoveu minuciosa análise comparativa entre os documentos, apontando indícios indicativos que o veículo estaria sendo usado, rotineiramente, em dias não úteis e para fins particulares.
Por inexistir qualquer razoabilidade pela prisão, e tendo o investigado colaborado com as investigações, sem nela interferir, não houve representação por prisão preventiva.



