Outros suspeitos de participarem desse crime foram presos no dia 22 de dezembro do último ano, durante operação realizada por policiais civis de Abre Campo, Matipó e Manhuaçu.
O delegado regional Felipe Ornelas, delegado da comarca de Abre Campo à época dos fatos, conta que “o crime de tortura causou grande repercussão na comunidade de Granada, Abre Campo. Tão logo tomamos conhecimento, a PCMG buscou provas de materialidade e autoria para que a Justiça pudesse ser feita”.
O delegado Bernardo Barros, responsável pela Delegacia em Abre Campo, pontua que “a PCMG sempre dará resposta firme e adequada para proteger a sociedade”.
O crime
O crime ocorreu no dia 27 de novembro do último ano, quando cinco indivíduos sequestraram a vítima, que estava dentro da casa dela, e a conduziram em um veículo, à força, para uma propriedade rural. No local, a vítima sofreu torturas física (socos, chutes e pauladas) e psicológica. Os suspeitos chegaram a mutilar um dos dedos da vítima com um alicate e ainda a estupraram com um pedaço de madeira. Segundo apurado, os indivíduos queriam saber sobre o sumiço de 1 quilo de cocaína, que pertencia a um dos suspeitos, o mentor intelectual do crime.



