Naquela data, Renan teria saído com um amigo adolescente. Ambos se envolveram em uma ocorrência e foram arremessados no Ribeirão Arrudas. O menor foi resgatado na manhã seguinte, com ferimentos, depois levado ao pronto socorro do Hospital João XXIII. Renan, entretanto, não teve a mesma sorte.
Cerca de 20 dias após o desaparecimento, um cadáver, em avançado estado de decomposição, foi encontrado às margens do Rio das Velhas. Pelas características da ossada, havia compatibilidade com Renan, mas ainda era necessária análise pericial para confirmar a identidade do desconhecido.
Após diversas tentativas e repetidos exames, a análise de DNA para identificação de cadáver foi confirmada.
O Delegado Lucas Coutinho comenta que “o caso está elucidado e a família finalmente poderá viver o luto e descansar. Esse caso é um exemplo do compromisso da Polícia Civil com os procedimentos de pessoas desaparecidas. Ainda que se passe um ano ou mais, enquanto houver uma linha investigativa ela será apurada até o fim”.
“Agora o procedimento será encaminhado para apuração da autoria do homicídio e possíveis desdobramentos do caso”, esclarece o Delegado.



