PCMG prende suspeito de latrocínio foragido no Pará

Por ASCOM-PCMG 02/07/2021 16h30

Divulgação/PCMG

Um homem, de 37 anos, procurado desde 2017 por latrocínio cometido contra um empresário na cidade de Varginha, no Sul de Minas, foi preso, nessa quinta-feira (1/7), em Altamira, no estado do Pará. Ele está sendo transferido pela equipe da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) nesta sexta-feira (2/7).

A ação que resultou na prisão do foragido é fruto da ação coordenada de equipes da PCMG, da Polícia Civil do Pará (PCPA) e do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio do Poder Judiciário.

Conforme informações da delegada regional em Varginha, Renata Rezende, o investigado, que foi condenado a 26 anos de prisão pelo crime, teria passado quatro anos na cidade de Itaituba, também no Pará. “A polícia acredita que, por influência de parentes na região, o homem conseguiu se esconder das autoridades policiais por todo esse tempo”, disse.

O crime

Em 2015, a vítima, um empresário de Varginha proprietário de uma churrascaria, passou a fornecer alimentação para os trabalhadores envolvidos na construção de um shopping na cidade, por ter proximidade com o empreendimento. O suspeito, que trabalhava na obra, passou a ter um relacionamento amoroso com a esposa da vítima e, na casa do casal, descobriu que haveria R$ 120 mil guardados em um cofre.

No dia 9 de agosto daquele ano, o suspeito e um comparsa, também empregado da mesma obra à época, planejaram e executaram o roubo, mas acabaram assassinando a vítima com um pé de cabra durante a ação. Para inocentar a esposa do empresário, os suspeitos deixaram a mulher amarrada em um dos cômodos da casa.

Um dia após os fatos, o comparsa foi preso e confessou o crime, indicando a participação do primeiro envolvido. Com o desencadear das investigações, a PCMG também prendeu preventivamente a esposa da vítima, que teria participação ativa no esquema, uma vez que desejava fugir com o amante quando roubassem o dinheiro.

Todos os três envolvidos foram indiciados pelo crime de latrocínio. A esposa e o comparsa foram condenados pela Justiça em fevereiro de 2016, com penas de 25 e 27 anos de prisão respectivamente.

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