Segundo o delegado Saulo de Tarso Castro, responsável pelas investigações, o suspeito relatou que foi o único responsável por produzir e publicar o vídeo nas redes sociais. Disse também que mesmo sendo um consumidor frequente da Ceasa, achou que no dia da gravação do vídeo havia poucas mercadorias, inferindo que o suposto desabastecimento era em decorrência das medidas de restrição de circulação de pessoas em virtude da pandemia do Covid-19. Ainda relatou à Polícia Civil que não teve a intenção de criar alarde ou tumulto na população.
A investigação será finalizada nos próximos dias, e o suspeito poderá ser responsabilizado por provocar alarme falso, infração penal prevista no artigo 41 da Lei das Contravenções Penais.
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