Os trabalhos investigativos duraram cerca de um ano e focaram nos membros ativos do grupo. No período, foi levantado robusto conjunto de provas em desfavor dos investigados, que usavam os meios da organização para o comércio ilícito de entorpecentes, alcançando, inclusive, indivíduos que comandavam o tráfico de dentro de presídios.
A ação exitosa consagra a primeira fase da operação e as investigações prosseguem, segundo o delegado Gabriel Belchior, responsável pela Agência de Inteligência da PCMG em Guaxupé. “Seguimos buscando a identificação de outras células colaterais da organização criminosa, de modo a combater sua atuação e o tráfico de drogas”, informa.
Estiveram mobilizados na operação 46 policiais civis lotados nas delegacias Regionais em Guaxupé e Alfenas, com a utilização de 14 viaturas. “Em que pese estarmos na onda roxa (da pandemia da Covid-19), a PCMG não para e o trabalho de investigação se faz irrefreável no Sul de Minas. Os cidadãos de Guaxupé e região podem dormir tranquilos pois estamos a postos”, observa o delegado regional em Guaxupé, Fernando Bettio.



