A mulher passou por exames de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) e deverá cumprir prisão preventiva na capital. Os outros presos serão encaminhados ao Distrito Federal. As investigações começaram há sete meses e, no total, foram cumpridos 50 mandados judiciais, 22 de prisão e 28 de busca e apreensão. A ação ocorreu simultaneamente em várias regiões do Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais.
As investigações apontam que em Goiás e Minas Gerais estão sediados os fornecedores de drogas sintéticas que abastecem o Distrito Federal. Segundo a polícia, os fornecedores possuem complexa rede de distribuição de drogas em Brasília, utilizando-se, principalmente, de motoristas de aplicativo para a distribuição dos entorpecentes, e empresas para ¿lavarem¿ o dinheiro obtido com a venda de drogas.
Entre os alvos há empresários e DJ´s de Brasília que promovem grandes festivais de música eletrônica. A suspeita é de que eles se aproveitam do elevado número de frequentadores para comercializar grandes volumes de drogas durante os eventos. Há inclusive, como alvo da operação, um sargento reformado da Polícia Militar do Distrito Federal, proprietário de uma casa especializada destinada à prática de jogo de Poker, em Águas Claras (DF). Mais de 130 policiais foram às ruas para dar cumprimento aos mandados expedidos pela Justiça de Brasília.



