As investigações tiveram início após um morador de Itajubá procurar a Delegacia de Polícia Civil, na cidade do Sul de Minas, informando que havia sido vítima de golpe. Foi apurado que o homem de 37 anos gerenciava um esquema criminoso em que transferências bancárias eram feitas para a conta do suspeito de 24 anos e também de outros envolvidos.
A PCMG prossegue as investigações.
O crime
O homem de 37 anos foi até uma agência bancária, em São Paulo, se passando pela vítima, inclusive apresentando um documento de identidade com todos os dados dela, sendo alterada apenas a foto. Na ocasião, o investigado solicitou uma transferência no valor de R$ 45 mil para a conta do homem de 24 anos. A transação só não ocorreu porque a vítima já tinha avisado ao banco que estava com dificuldades em acessar o aplicativo da instituição financeira.
Antes de comparecer à agência bancária, os suspeitos teriam entrado em contato com a operadora telefônica da vítima, se passando por ela e solicitando o bloqueio do número dela, dizendo que ela havia sido roubada. Ainda, os investigados teriam cadastrado um novo número telefônico com os dados do morador de Itajubá e solicitado a inclusão deste número junto ao banco.
Loki
O nome da operação se deve ao fato de Loki ser considerado o deus da mentira e da trapaça na mitologia nórdica.



