A Polícia Civil, por meio da 3ª Delegacia Especializada de Investigação de Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DEIFRVA), recuperou, na manhã desta quinta-feira (2), 18 veículos clonados, que foram roubados ou furtados na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
A operação aconteceu em um estacionamento na Avenida do Contorno, bairro Funcionários, na capital, onde o suspeito guardava os veículos até que tivesse certeza de que não havia rastreadores e, em seguida, levava os carros para Pedro Leopoldo, onde seriam totalmente adulterados, com a troca de placas e a remarcação de chassi.
Na última segunda-feira (29), o corpo do principal suspeito, Fernando Marques Mariotto, foi encontrado às margens da BR 040, no bairro Jardim Canadá, em Nova Lima. De acordo com a delegada que preside o inquérito da morte de Fernando, Valéria Decat, junto ao corpo foi encontrada uma caixa com placas e tarjetas e uma carta, na qual o suspeito se dizia arrependido e cansado de traidores, pedia desculpas à família e ainda que a caixa fosse encaminhada ao delegado Luciano para que ninguém pudesse continuar o trabalho de clonagem.
A operação Dolly
A operação batizada de “Dolly” faz alusão à ovelha Dolly, primeiro mamífero a ser clonado em 1996. Para a Polícia, o suspeito era extremamente detalhista, e os veículos eram clonados de forma quase profissional.
A operação foi desencadeada na semana passada, em Pedro Leopoldo, onde foram recuperados 31 veículos também clonados e um imóvel usado como uma central de adulteração de veículos e documentos. Na ocasião, um suspeito conseguiu fugir.
O delegado Luciano Guimarães, que coordenou o caso Dolly, acrescenta que as investigações continuam para buscar identificar os outros membros da quadrilha, responsáveis, principalmente, pelo efetivo roubo e furto dos veículos.
Divulgação PCMG
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Veículos recuperados
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