O Delegado Marcus Vinicius Lobo Vieira Leite participou do programa e destacou os pontos principais da operação. "Essa investigação teve início em junho de 2018, quando tiveram vários ataques incendiários promovidos pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) no Estado de Minas Gerais. Esses ataques foram contra ônibus e prédios públicos", ressaltou. "A PCMG conseguiu identificar as principais lideranças da organização criminosa, que se divide em vários núcleos, conhecidos como sintonias", completou.
Recentemente os principais líderes foram transferidos para Penitenciárias Federais.
Os indiciados responderão por integrar organização criminosa e pelos ataques nas seguintes cidade onde os crimes ocorreram.
Essa operação recebeu o nome de "Hefesto" ¿ Deus grego que se remete ao fogo, fazendo analogia aos crimes praticados pela quadrilha com envolvimento a incêndios.
"A PCMG reforça seu trabalho incessante no combate à criminalidade e a inteligência se mostra de grande valia no que se refere a identificação de grandes grupos criminosos instalados em território mineiro", disse o Delegado.
"O Departamento de Operações Especiais (Deoesp) tem como atribuição primordial o combate a organizações criminosas. Aqui trabalhamos com dois viés ¿ prevenção e repressão. Na PCMG temos uma equipe exclusiva que monitoras certas organizações criminosas e assim poderemos antecipar as ações delas em nosso território mineiro", afirmou.
O Delegado também tranquilizou a população. "Em razão dessa operação, podemos afirmar que a organização criminosa está sendo monitorada e controlada e a situação em Minas Gerais está tranquila", disse.
"Essa foi apenas a primeira fase da Operação "Hefesto" e outras ainda serão deflagradas no que se refere a identificação de outros integrantes da organização criminosa", finalizou.



