As amostras recolhidas tanto na cervejaria, quanto da empresa química que vendia o monoetilenoglicol, continuam sendo analisadas pelas equipes de peritos do Instituto de Criminalística (IC), de forma criteriosa.
Ainda não há previsão para a conclusão dos laudos.
Sobre a possibilidade de novas vítimas: o cidadão que tenha consumido o produto e se sinta prejudicado com a ingestão da bebida pode registrar um boletim de ocorrência, com o maior nível de detalhamento possível, em qualquer unidade policial. Esse registro será apurado durante o trabalho investigativo, bem como verificada a viabilidade de inclusão de eventual vitima no inquérito policial.
Até o momento a PCMG atua na investigação de 22 casos de pessoas que apresentaram os sintomas da síndrome nefroneural e, diariamente, entra em contato com a Secretaria de Estado da Saúde, para a atualização.



