São familiares das vítimas – algumas hospitalizadas e uma falecida. O objetivo é entender sobre os acontecimentos que antecederam à intoxicação.
Conforme já informado, o delegado Flávio Grossi, que preside o inquérito, encaminhou à Justiça, o pedido para a exumação do corpo da mulher que teria sido a primeira vítima fatal da intoxicação. Ela faleceu no dia 28/12, antes da detecção de dietilenoglicol em amostras de cervejas recolhidas das casas de pessoas que apresentaram os sintomas da síndrome nefroneural, e analisadas no Instituto de Criminalística (IC). O pedido ainda é analisado pela Justiça.
As amostras recolhidas na semana passada e, também, nessa terça-feira (21), tanto da cervejaria, quanto da empresa química que vendia o monoetilenoglicol, continuam sendo analisadas pelas equipes de peritos do IC, de forma criteriosa.
Ainda não há previsão para a conclusão dos laudos.
Sobre a possibilidade de novas vítimas: o cidadão que tenha consumido o produto e se sinta prejudicado com a ingestão da bebida pode registrar um boletim de ocorrência, com o maior nível de detalhamento possível, em qualquer unidade policial. Esse registro será apurado durante o trabalho investigativo, bem como verificada a viabilidade de inclusão de eventual vitima no inquérito policial.
Estão previstos novos depoimentos, para esta semana, de mais familiares de vítimas.



