Maio Amarelo alerta que irresponsabilidade no trânsito pode ser fatal

Por ASCOM-PCMG 26/05/2015 18h53

Palestras educativas do Detran/MG envolveram 600 crianças de duas escolas

                                                                             Divulgação PCMG

 

 

O Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran/MG) se uniu a uma rede de parceiros públicos e privados para promover o movimento Maio Amarelo, com o intuito de reduzir o número de acidentes no trânsito em Belo Horizonte e no estado. Durante todo o mês de maio, estão sendo realizadas ações coordenadas entre o poder público e a sociedade civil, visando chamar a atenção das pessoas para a segurança no trânsito.

Até o dia 29, o Detran está realizando palestras educativas em escolas e faculdades, com distribuição de material educativo para os alunos, reciclagem para professores, intervenções teatrais na área hospitalar de Belo Horizonte, brinquedoteca e divulgação de estatísticas de acidentes de trânsito.

A adesão ao Maio Amarelo pode ser notada já na fachada da sede do Detran, na Avenida João Pinheiro, onde foi afixado um grande laço amarelo, que simboliza o movimento. A atitude foi seguida por diversos outros parceiros, comprovando a adesão à decisão da ONU, que desde 2011 estabeleceu o mês de maio como referência mundial para a realização de ações de conscientização no trânsito.

Embriaguez

O chefe da Coordenação de Operações Policiais (COP) do Detran, delegado Anderson Alcântara Silva de Melo, destacou que ações como dirigir embriagado, atravessar fora da faixa de pedestres e de passarelas, bem como o hábito de falar ao celular enquanto dirige continuam como causas principais de acidentes. “Os casos de embriaguez nos chamam a atenção por que são as principais causas de acidente, principalmente com morte”, destaca.

O delegado enfatizou que a atuação repressiva da Polícia Civil tem sido de grande importância para evitar mortes e também de vítimas de ferimentos.  “Não nos limitamos a aumentar a quantidade de abordagens, mas também aumentamos a qualidade”, se referido à mudança no formato das blitzen, que era fixas e se tornaram itinerantes, com policiais descaracterizados.

A meta é diminuir as ocorrências de acidentes de trânsito com vítimas e sem vítimas, até junho, em pelo menos 1,5% em relação a 2014. Para tanto, Anderson Alcântara explica que foram incrementadas as ações tanto preventivas, quanto as repressivas. “Estamos trabalhando com uma repressão mais contundente, encarando como crime os acidentes de trânsito que envolvam lesão corporal e embriaguez”, alerta.
 
Fiscalização

O tenente Nagib, do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, explicou que neste mês as operações foram intensificadas, chegando à média de três por dia.  “Investimos em fiscalização para tentar tirar de circulação, principalmente, os condutores que insistem em cometer infrações de trânsito e conduzir veículos depois de ter ingerido bebida alcoólica”, explicou.

A ação conjunta dos diversos órgãos já representa redução de acidentes em Belo Horizonte, se comparado aos anos anteriores. Para a superintendente de Integração e Promoção da Qualidade Operacional do Sistema de Defesa Social (SOPI), Roberta Ignácio, a conquista é resultado do fortalecimento das ações integradas que estão sendo realizadas, com operações repressivas e blitz educativas.

A importância da participação não somente do poder público, mas também da sociedade, foi destacada pela gerente de Apoio Operacional da BHTrans, Mônica Mendes. “A responsabilidade da segurança no trânsito deve ser compartilhada”, disse.

 

 

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