Dupla suspeita de estelionato é presa pela PCMG

Por ASCOM-PCMG 05/09/2017 17h07

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu os mandados de prisão preventiva de Victor Papini Soares de Almeida, 40 anos, e Daniela Rocha Papini, de 37, na sexta-feira (1º), no bairro Camargos, em Belo Horizonte. Os dois são investigados por estelionato. Na ocasião também foi cumprido um mandado de busca e apreensão na residência dos suspeitos.

                                                                                                                 Divulgação PCMG

Coletiva de imprensa

 


O delegado Thiago Pacheco contou como as investigações tiveram início. "Uma das vitimas acabou reconhecendo o próprio rádio que ela comprou quando fazia uma transação. A partir daí criamos uma linha de investigação para os demais rádios para conseguirmos também identificar as cidades e estados que esses rádios estariam. Cada rádio novo custa em média entre R$ 2 a R$ 3 mil, dependendo do modelo e marca. Porém eles revendiam por R$450", revelou.

                                                                                                                  Divulgação PCMG

Presos

 


De acordo com o delegado, o casal alugava rádios comunicadores, apropriavam-se deles e os vendiam no atacado ou varejo para vários outros empresários, inclusive em outros estados do Brasil. “Os suspeitos entravam em contato com empresas que locavam os rádios através de um contrato verdadeiro e realizam uma suposta sublocação dos rádios para outras empresas. Mas, na verdade, os suspeitos revendiam esses aparelhos para outras pessoas. E, posteriormente, registravam um boletim de ocorrência comunicando o extravio ou furto dos rádios, que na verdade elas tinham vendido”, disse Pacheco.

Em decorrência da investigação, a PCMG  diligenciou até as cidades de Sorocaba e de São Paulo, onde foram cumpridos mandados de busca e apreensão. Na ação,  um receptador foi identificado e cerca de 200 itens foram apreendidos, dentre eles: rádios, baterias, antenas, dentre outros acessórios.

Segundo apurado, até o momento cinco empresas já foram identificadas como vitimas do casal. “Acreditamos que outras empresas também possam ter sido lesadas pelos suspeitos”, afirmou o delegado.

O casal irá responder pelos crimes de estelionato, apropriação indébita dos aparelhos e por denunciação caluniosa.


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