As investigações duraram cerca de seis meses e, segundo apurado, os suspeitos concentravam a atuação no bairro Bom Jesus, em Curvelo, e em Sete Lagoas, cidade que também foi alvo da operação, onde suspeitos agiam no fornecimento de drogas e lavagem de dinheiro. O grupo era composto por familiares do líder da organização criminosa, dentre filhos sobrinhos e a própria mãe dele.
Levantamentos indicam que o líder recrutava adolescentes, emitia ordens de distribuição de drogas e pagamento de fornecedores e ainda mandava os jovens executarem desafetos, com o uso de extrema violência, inclusive com uso de armas de fogo. O grupo ainda é suspeito de ter vínculos com uma facção criminosa do Rio de Janeiro.



